Cajuína


Existirmos: a que será que se destina?

Pois quando tu me deste a rosa pequenina

Vi que és um homem lindo

e que se acaso a sina

Do menino infeliz não se nos ilumina

Tampouco turva-se a lágrima nordestina

Apenas a matéria vida era tão fina

E éramos olharmo-nos intacta retina

A cajuína cristalina em Teresina



(Caetano Veloso)

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Lyvia Eurides

Lyvia Eurides
As mais lindas palavras de amor são ditas no silêncio de um olhar.
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